autofagia


Estou de mudança

 

A uol tem me causado problemas. A cada postagem, quando você é visitante (leia-se quando você não é assinante) e atingiu os bytes que lhe cabem nesse minifúndio, tem de apagar uma quantidade suficiente de arquivos antigos. Cansei desse procedimento de racionalização de espaço. Afinal, sou da opinião que o espaço virtual ocioso deve ser ocupado. Além disso, o limite de cada postagem, mesmo para os assinantes é mínimo. Isso sem contar a dificuldade de redesenhar o blogue, os leigos como eu ficando sujeitos aos modelos ‘quadrados disponíveis no mercado’. Daqui pra frente eu passo a rabiscar no AUTÓFAGO. Está ainda em construção, mas vai possibilitar uma interação maior. Lá vai ter uma agenda, que tentarei manter atualizada semanalmente, evitando assim postar propaganda com divulgação de eventos no corpo do blogue. A intenção é produzir e publicar mais textos, incitar mais a participação, criar um fórum aberto nos comentários. Nesse sentido acho que o novo blogue facilita a participação, pois não exige senha nem nenhum outro pré-requisito para deixar comentários. Ainda está em construção, mas dêem uma olhada, façam sugestões, ou não. Nestes dois anos a média foi de 600 visitas por mês. Agradeço a todos que contribuiram de alguma forma. A maioria silenciosa, que quiser continuar flanando, fique à vontade também.  E não se preocupe, sua privacidade continuará garantida!



Escrito por Makely às 04h34
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Som e Oficina em Uberlândia

 

A parada agora é Uberlândia. Ministro uma oficina e depois me apresento ao lado da Maísa com nossa banda.

 

O Som vai rolar amanhã (dia 19 de agosto) na Praça Sérgio Pacheco a partir das 20h

A entrada é franca, zeroitocentos, de grátis!

 

Além de nós vão haver várias outras apresentações

 

A oficina também é aberta, sem pré-requisitos e gratuita:

 

Oficina de Produção Contra Industrial

Dia 19 de agosto (sábado)

 

Local: Universidade Federal de Uberlândia.

Bloco H – Sala 1H14 – Campus Santa Mônica.

 

Ministrada por Makely Ka

Horário: 16:00 às 19:00.

 

Descrição: através de debates e análise de materiais gráficos, esta oficina discutirá 

as formas de produção e funcionamento da Indústria Cultural, em contraponto com

as novas formas de produção desenvolvidas a partir do final do século passado.

Vagas: 15.

Público-alvo: músicos, produtores, jornalistas,

pesquisadores, estudantes e demais interessados.

 

Inscrições: de 14 a 19 de agosto, das 14:00 às 18:00, na DICULT, Diretoria de Culturas da Proex 

Av. Engenheiro Diniz 1178 - 1° andar – B. Martins – Reitoria UFU. Mais informações: 3239-4881



Escrito por Makely às 23h20
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Espetáculo eletroacústico com ‘Arautos do Gueto’ e ‘S.O.S Periferia’ estréia no projeto Stereoteca

Foto: Michelle Soares

Pela primeira vez os grupos de percussão e de rap se encontram no show cênico-musical ‘Matriarcado’, com direção artística de Makely Ka. Estréia na quarta-feira, 16 de agosto, pelo projeto Stereoteca, o espetáculo Matriarcado, uma criação coletiva dos grupos Arautos do Gueto e S.O.S Periferia. O encontro mostra músicas próprias e composições inéditas criadas para esta apresentação que marca a união de trabalhos artísticos diversificados. Em comum, as batidas e os versos trazem questões cotidianas vividas nas periferias. O grupo Arautos do Gueto, do Morro das Pedras, e o S.O.S Periferia, de Santa Luzia, destacam-se no cenário local pela qualidade da criação artística, mas também pela atuação sócio-cultural que desenvolvem. De forma inédita, eles reúnem forças para representar as comunidades através da fusão sonora. O show Matriarcado é mais uma edição do projeto Stereoteca que apresenta ao longo do ano artistas locais, mobilizando o setor cultural. O projeto conta com o patrocínio da Telemig Celular e apoio da Rádio Inconfidência.

MATRIARCADO


A figura das mães nas periferias, nas vilas e favelas tem uma função importante para se compreender a lógica de funcionamento dessas comunidades. Essas mães em geral são o pilar da família, o muro de arrimo e o parapeito moral. Pais ausente, desconhecidos, mortos precocemente, ou simplesmente agressivos e refratários contribuem para criar um elo de ligação poderoso dos filhos com essa mulher que sacrifica a vida por eles. Não podia ser diferente. Nas comunidades daqui pelo menos, o dia das mães é comemorado com uma grande festa, mais do que o natal, por exemplo, traficantes soltam foguetes e doam presentes, trabalhadores gastam suas economias e rappers e funkeiros e pagodeiros cantam seu amor e respeito. Talvez não seja somente aqui, no documentário "Falcão - Meninos do Tráfico", de MV Bill e Celso Athayde apresentado no Fantástico, alguns depoimentos chamam a atenção: “Eu trafico pela minha mãe. Minha mãe fez tudo por mim, agora tenho que fazer alguma coisa por ela”. (...) “Não conheci meu pai, não sei se tá vivo ou se tá morto. Tenho 17 anos e, até hoje, nunca tive um aniversário. Ninguém fez um aniversário pra mim”. Bom, uma das premissas do patriarcado é a transferência da propriedade, o filho herda do pai. Nas comunidades, a regra é não ter nome do pai (no sentido simbólico-capitalista do termo) nem propriedade a ser herdada. A referência é a mãe, a avó, a tia e se não há pai social, os filhos são de toda comunidade e há um elemento solidário que permeia tudo, desde o mutirão até as reivindicações coletivas. Não fosse essa força ancestral das matriarcas nas comunidades, talvez não teríamos hoje essa revolução cultural, engendrada por artistas tão diversos e criativos que vem dar novo fôlego e propor novas questões ao país.

ARTE E RESPONSABILIDADE

Arautos do Gueto é uma entidade sem fins lucrativos que se responsabiliza pela formação artística de crianças, adolescentes e jovens do aglomerado do Morro das Pedras. A atuação do grupo incentiva a inclusão social de uma camada marginalizada, carente de serviços públicos e vulnerável a riscos sociais.


Com dez anos de atuação, Arautos do Gueto criou quatro subgrupos artísticos que se apresentam na cidade: Banda Arautos do Gueto, Bloco Arautos do Gueto, Arautos Mirim e o grupo de dança afro.

Já o grupo S.O.S Periferia, destaque da cena Hip Hop de Belo Horizonte, criado em 99, mescla a performance no palco, com música, dança e encenações teatrais, às letras conscientes e questionadoras. A preocupação é despertar no público sentimentos para valorização, incentivos à mudança de postura e de atitude frente aos problemas cotidianos das periferias.

Show Matriarcado – Arautos do Gueto e S.O.S Periferia – Projeto Stereoteca

Quarta-feira, dia 16 de agosto, às 20hs, no Teatro da Biblioteca Pública Luiz de Bessa, Praça da Liberdade, 21, Funcionários. R$5,00 (inteira) e R$2,50 (meia-entrada válida para estudantes, maiores de 60 anos e menores de 18).

Informações (31) 3337-9693- Stereoteca

(31) 9313-3590 / 9942-3590 –Victor Luciano



Escrito por Makely às 15h16
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Jericoacoara - Ceará

Porque ninguém é de ferro!



Escrito por Makely às 16h13
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A parada agora é Fortaleza! Vamos nos apresentar hoje dentro da programação da Feira da Música

 A Feira da Música chega à sua quinta edição reconhecida em todo o Brasil por valorizar a música independente e abrir novos caminhos para os negócios do setor, profissionalizando e dinamizando o mercado cultural.  Na Feira entram em pauta discussões que aproximam os profissionais em torno de novas idéias. Gente de todo o Brasil se concentra num emocionante encontro para troca de expressões e experiências, abrindo uma janela para a diversidade cultural desse país maravilhosamente musical. Isso faz parte de uma construção amorosa que acontece há cinco anos envolvendo toda a equipe de realização, parceiros, patrocinadores, apoiadores, fornecedores, amigos e seu público. São estes os responsáveis por essa grande festa e pelos importantes desdobramentos proporcionados por este intenso convívio.

 A Feira da Música 2006 é uma realização da Associação dos Produtores de Disco do Ceará (PRODISC) e da RPS Eventos, com produção da Midiamix Comunicação. Parceria: SEBRAE-CE. Apoio institucional: Ministério da Cultura (Lei Rouanet), Governo do Estado do Ceará através da SECULT (Lei Estadual de Incentivo à Cultura), Prefeitura Municipal de Fortaleza através da Funcet, SESC-CE, CD+, Coelce, TVC e Rede de TV Públicas do Norte/Nordeste, Rádio Universitária e Buoni Amici’s Sport Bar. 



Escrito por Makely às 19h11
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Jornal Estado de São Paulo 04 de agosto de 2006

Bom humor, lirismo e um leve protesto: Cadafalso e Kristoff Silva levantam a platéia, que se manifestou contra Donato

Lauro Lisboa Garcia

Os achados bem-humorados do quarteto Cadafalso e a sutileza lírica do mineiro Kristoff Silva levantaram a platéia do Sesc Vila Mariana, anteontem, na quarta eliminatória do 9º Prêmio Visa de Música Brasileira. Mas sobrou para João Donato. Logo depois de sua apresentação bem meia-boca, a mestre de cerimônias Rose de Oliveira desceu do palco para seu número de platéia, quando pergunta a pessoas do público o que está achando da noite. Vai daí que uma espectadora tocou na questão que não quer calar desde quando os candidatos desta edição do
prêmio foram anunciados: o que faz um senhor como Donato, com mais de 50 anos de carreira de repercussão internacional e mais de 30 discos gravados, entrar num concurso para competir com gente nova que ainda não teve a chance de se projetar? "Na minha opinião João Donato não devia estar aqui, já que é uma pessoa conhecida", criticou a espectadora com apoio de boa parte da platéia, que se manifestou com aplausos em favor dela. Donato tinha acabado de apresentar músicas que compôs em parceria com o irmão, o economista Lysias Ênio, como as consagradas Até Quem Sabe? e Amazonas, gravadas por ele em 1973!!! O regulamento do prêmio permite, porque nesta categoria compositores avalia "o
conjunto da obra". Porém, ora bolas, Lucina, que foi a mais aplaudida na semana passada, também tem mais de 20 anos de carreira, mas trouxe músicas novíssimas e não os sucessos que emplacou na voz de astros como Ney Matogrosso ou Nana Caymmi. À parte esse imbróglio, a apresentação de Donato, em si, foi melancólica. Com a voz cansada, mal deu para ouvi-lo falar a letra de Café com Pão (gravada por
Nana em 1981). Com a entrada de Cris Delanno, a situação parecia que ia melhorar. O problema é que ela é mais uma entre as centenas de novas
cantoras sem voz e sem expressão. Mas, diz-se que no peito dos desafinados também bate um coração... Valeu pela parte instrumental, com Donato ao piano e excelentes músicos no baixo (Luiz Alves) e na bateria (Paulo Silva) - mas essa é a categoria da próxima edição.

O baiano Márcio Valverde, que abriu a noite, também não empolgou. Sua música faz que vai, mas não acontece. Só deu uma animada no fim, num misto de maracatu com chula do Recôncavo (Dos Erês). Já do Cadafalso, esperava-se um bom resultado, mas César Brunetti, Márcio Muniz,
Maurício Novaes e Lino Simão superaram as expectativas. O público riu e aplaudiu muito, até no meio da execução das músicas. Com senso de humor afiado, melodias brejeiras e perfeita harmonia vocal e instrumental, eles provaram ser mais do que velhas raposas da publicidade.

Em Fala na Lata, até ironizaram a própria condição de quem "vende pizza e guaraná". De seu único CD, extraíram Surfá na Mídia e as hilariantes
Sinfonia do Trânsito e O Pombo. Neste pocket-cabaré-show, deixaram lições de quem está grisalho de lidar com os atrativos da forma: é dela que depende o bom resultado do conteúdo. Não importa que seja desconhecido, mas qualidade é indispensável. A seu modo, Kristoff Silva provou de resultado parecido. Ele é um dos nomes de ponta da nova geração mineira de músicos e compositores que, em projetos sinalizados pela liberdade criativa, unem tradição, contemporaneidade e erudição. Foi um banho de jovialidade - dele e dos ótimos músicos que o acompanharam - depois da passagem de Donato. Combinando a sonoridade delicada de violão, piano, contrabaixo acústico, bateria, vibrafone, flauta e clarineta, Kristoff interpretou cada canção de um gênero, nem sempre bem definido (o que absolutamente não é um defeito), todas em parceria com o letrista e poeta Makely Ka, desenhadas de forma engenhosa. O mesmo público que levantou para o Cadafalso também aplaudiu Kristoff em pé e
calorosamente, num claro sinal que está, sim, ávido por novidades e aberto a canções menos fáceis. Mesmo que o estilo dele não provoque nenhuma revolução sonora - mas, afinal, quem o faz a essa altura da história?



Escrito por Makely às 15h53
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Oficina de Poesia e Música no FIT

 

Eu e meu parceiro Renato Negrão vamos ministrar uma oficina no FIT (Festival Internacional de Teatro) que começou ontem aqui em BH com uma programação de primeira.  Confira!

 

Na oficina, que é gratuita e não tem pré-requisitos, vamos tentar estabelecer algumas relações entre a poesia e a música a partir da análise dos movimentos poéticos de vanguarda do início do século, como o surrealismo, o dadaísmo e sua influência no Brasil, bem como da consciência e contribuição musical dos principais movimentos e correntes que se destacaram no país neste século, desde os simbolistas, passando pelo modernismo, o movimento concreto, o tropicalismo, a geração marginal até as experimentações poéticas contemporâneas. Vamos portanto tentar traçar um paralelo entre as diversas experiências literárias e a tradição poética da música popular brasileira, numa tentativa de compreensão das possíveis intercessões e influências mútuas. Além disso vamos propor também alguns exercícios de interação criativa com os participantes.

 

 

Dia 1º de agosto

Parque Lagoa do Nado

Galpão e Sala Multimeios

13h30 às 17h30

 

Dia 02 de agosto

Parque Municipal

Auditório do Orquidário

8h às 12h

 

Inf.: (31) 3213-2751 / 3277- 4712 



Escrito por Makely às 20h00
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Stereoteca

Uma BIBLIOTECA-ESTÉREO, sons entrando e saindo das orelhas de milhares de livros.

CADA PESSOA É SEU PRÓPRIO LIVRO. Não há ouvido para os novos sons ? Livros guardam palavras. Música é feita de sons. Palavras e sons dão sentido ao que se quer dizer. O que quero dizer é que dentro das Bibliotecas é proibido fazer barulho. Mas Biblioteca não é área hospitalar. Eu só consigo dentro do ônibus no meio do engarrafamento.Tem Gente que escuta Música no fone. Uns têm ipod. Outros baixam música na internet.Uns xerocam livros.è tudo Proibido.

MAS VAI TER MÚSICA NA BIBLIOTECA

Duvida ? Borges,o grande Bibliotecário Universal,passou a ouvir os livros quando ficou cego. Música causa sensações físicas em surdos. Dentro da Câmara anecóica cage,o compositor do silêncio, ouviu seus sons internos.


DENTRO DA BIBLIOTECA VAI ROLAR O SOM

 

* Fiz esse texto de apresentação para um projeto da pesada que acontece aqui em BH no Teatro da Biblioteca Pública Estadual, na Praça da Liberdade todas as quartas-feiras a partir das 20h. A programação você encontra aqui: http://www.stereoteca.com.br/



Escrito por Makely às 00h02
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Guerrilha Poética

 

 

Nos últimos tempos a sociedade vem engendrando um novo tipo de artista, ele produz, atua, dirige, executa, coordena, etc., suas áreas de atuação não se restringem a um campo específico, ele lança mão de várias línguas e linguagens, da música, do teatro, do vídeo, da dança, do texto, indiscriminadamente. Ele mantém uma relação tensa e contraditória com o mercado, com a indústria cultural, ele vive às suas custas, mas ele a sabota. Ele utiliza para isso a tática de guerrilha. Esse guerrilheiro da cultura, ou cultural, não pretende resgatar nada, não tem vocação pra bombeiro, antes incendiário. Quando todos estão querendo lê-lo ele põe fogo em seus próprios livros. Sua atitude é de um suicida que se lança sem medo no abismo do desconhecido. Suas ações são de um estrategista. Quando todos clamam pela paz no mundo ele declara guerra contra toda hipocrisia. Sua atuação é localizada e ele não pretende mudar o mundo. Seu golpe é forte e preciso. Seu discurso é exato e indecifrável. Sua ação é contundente e imperceptível. Ele é um não-especialista, seu conhecimento é genérico, geral, seu ritmo é frenético, terminal. Seu instrumento é a palavra e seu suporte pode ser o muro, o poste, a vitrine, a tv, o rádio, a tela, o monitor, o palco, o papel.
De todos os cantos esses guerrilheiros se reúnem num outubro vermelho a cada volta do planeta ao redor do sol. Tem sido assim desde o fim dos tempos. Ali eles planejam novos ataques atômicos com o intuito de provocar o kaos com k em todo o continente. Num piscar de olhos, num triscar de lâminas, num travar de línguas, explodem as formas e conteúdos pré-estabelecidos. E calem-se as calúnias, quebrem-se os cânones e ergam-se as colunas de um novo tempo.

Salve todos os guerrilheiros da poesia!

*O autor não recebeu o primeiro prêmio no concurso de poesia, o autor não foi indicado para a academia e não vai se tornar imortal.



Escrito por Makely às 17h15
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CURSO – PRODUÇÃO FONOGRÁFICA CONTRA-INDUSTRIAL

 

Vivemos um momento ímpar na história da produção cultural através dos suportes técnicos. A emergência de novas tecnologias tem alterado profundamente os fazeres artísticos em todas as áreas, assim como a própria noção de mercado cultural e a valorização comercial de seus produtos. A perda de espaço das produções lançadas pelas majors (grandes gravadoras multinacionais) e a emergência de segmentos alternativos à produção massificada de discos – os auto-produtores – obriga artistas, produtores, empresários e diversos tipos de profissionais a repensarem seus papéis nesse processo.

 

O curso PRODUÇÃO FONOGRÁFICA CONTRA-INDUSTRIAL abordará os aspectos mais relevantes do ponto de vista crítico e prático para pessoas interessadas na inserção ou acompanhamento desse mercado em todos os seus elos.

 

EQUIPE:

 

   Renato Villaça – compositor, pesquisador e produtor musical, mestre em Comunicação Social (UFMG).

  Makely Ka – poeta, compositor, produtor cultural, idealizador da distribuidora “Namarra”, do “Selo Musical” e editor da “Revista de Autofagia”.

    André Tavares (Cabelo) – técnico de estúdio e produtor musical.

 

 

O Curso acontecerá em módulos envolvendo disciplinas de formação teórica básica (história da produção fonográfica brasileira, crítica musical e mercado independente) práticas (projetos culturais, produção musical em estúdio) e instrumentais (fundamentos técnicos básicos para produção em estúdio, projeto especial). Serão abordados todos os elos da cadeia produtiva que origina um fonograma independente no mercado brasileiro atual, além de aspectos básicos de formação crítica e técnica.

 

As aulas teóricas e práticas serão oferecidas em sala anexa ao estúdio, que contará com equipamento audiovisual (computador, monitores de referência, vídeo, DVD e TV). As aulas instrumentais serão realizadas na sala de gravação/mixagem profissional do estúdio. 

 

Mais informações: makelyka@yahoo.com.br ou renatovill@yahoo.com.br



Escrito por Makely às 17h41
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 Minha delicadeza é áspera

Porque a língua raspa o céu da boca

 

Mas delicadeza aspas

 

Na sua tribo cara-pálida, pode não ser em outras

 

Tanta delicadeza cara

 

Com etiquetas que pregam na sua  roupa

 

Mas delicadeza rara

 

É quando o gesto fala mesmo que as palavras sejam poucas

 

Em Nova Delhi delicado

 

É respeitar a vaca

 

Aqui [em BH]

 

É motorista respeitar a placa

 

Em Nova York é delicado ser de ascendência turca

 

Em Cabul delicado é usar barba e burka



Escrito por Makely às 03h27
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Quem não foi na apresentação que fizemos nos dias 23 e 24 no Teatro João Ceschiatti ainda pode ver dia 02 de julho, próximo domingo no Teatro Municipal de Nova Lima a partir das 20h30. Poderia ver também a exibição na Rede Minas que vai ao ar amanhã às 16h. Pois é, vai ser exatamente no mesmo horário do jogo do Brasil, e eles foram inflexíveis. Quem quiser se manifestar mande um e-meio para o Núcleo de Música:

nucleodemusica@redeminas.mg.gov.br

Não há previsão de reprise e o responsável me garantiu que o público de música é diferenciado em relação ao público de futebol. Tentei argumentar que não se trata de campeonato estadual, que é um evento com recordes de audiência no mundo inteiro, que instituições públicas e privadas fecham as portas na hora do jogo e nada. Por fim desisti e resolvi assistir o jogo! Quem por acaso se aventurar, me conte depois. Abraços!



Escrito por Makely às 13h54
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Lançamento da Revista de Autofagia em Brasília

Vamos lançar o primeiro número da Revista de Autofagia em Brasília (Livraria Esquina da Palavra, na 406 Norte) na próxima quinta, dia 29 a partir das 19h. No evento estarão presentes os colaboradores Francisco Kaq (DF), Marcelo Sahea (RJ) e Nicolas Behr (DF), além dos dois editores, eu e Bruno Brum, autografando, junto com a revista, nossos livros mais recentes, Ego Excêntrico e Mínima Idéia, respectivamente. O evento contará ainda com a apresentação musical da cantora mineira Maísa Moura, com quem acabo de gravar o CD Danaide. Quem quiser anotar na agenda, vamos lançar a Revista em São Paulo também na primeira quinzena de agosto, provavelmente dia 13, na Mercearia São Pedro.

 

Por e-meio: 
parabens pela revista
 boas matérias
excelente programação
visual
abraço
 
Augusto de Campos 


Escrito por Makely às 17h46
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Família Addams?!?



Escrito por Makely às 15h15
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Saiu a lista dos selecionados para o Prêmio Visa. Tá certo que é um prêmio meio careta, que o formato privilegiado é o de uma MPB padrão, meio datada. Tudo bem, não dá pra contemplar todos os estilos, todas as tendências. É mais um prêmio! Também me incomoda bastante o fato do prêmio levar o nome de um cartão de crédito. Porque não Prêmio Eldorado, já que a rádio é tão parceira quanto, e se por um lado investe menos grana, por outro é quem mais divulga e dá visibilidade e respaldo à premiação? Mas mesmo com todos os senões reconheço os méritos, afinal é um dos únicos festivais que eu conheço que avalia a obra - ou um recorte dela - dos concorrentes. Nessa primeira etapa foram selecionados 24 concorrentes a partir de quatro composições autorais. Reconheci na lista muita gente boa e fiquei curioso com os que não conheço. No decorrer das próximas etapas, cada um vai ter de apresentar no mínimo sete composições diferentes. Isso faz muita diferença! É onde o prêmio se destaca dos festivais que insistem em manter o formato sessentista, com uma só e única canção sendo avaliada em todas as etapas. Mas estou dizendo isso tudo porque dois parceiros meus foram selecionados. Um deles enviou, entre as quatro composições, uma parceria comigo. O nome dele é Vítor Santana. O outro é mais que parceiro, é cúmplice: Kristoff Silva, com quem gravei, ao lado do também cúmplice Pablo Castro o até então quase ignorado CD "A Outra Cidade". Digo até então quase ignorado porque de repente as pessoas começaram a prestar atenção nesse trabalho que lançamos em 2003. Soube que até o Milton Nascimento ouviu e gostou muito! Mas voltando ao ‘Prêmio Eldorado’, o Kristoff foi selecionado com quatro composições em parceria comigo. Três delas do referido CD e uma inédita. Com o Kristoff normalmente eu faço a letra e entrego pra ele musicar. Temos mais uma meia dúzia de parcerias na manga, para o caso dele avançar para as etapas seguintes. E vamos ver no que vai dar isso. Quiser saber mais clique aqui



Escrito por Makely às 15h14
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BRASIL, Sudeste, BELO HORIZONTE, SANTA TERESA, Homem, de 26 a 35 anos, Poesia, Música e Ócio Subversivo
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